eu e minhas bateções ao telefone

14.07.07

odeio quando as coisas não acontecem como eu esperava. soa o telefone:

- ãm*
[tiruriruriruriruruuuu {aquela musiquinha de espera}]
- boa tarrde, purr favô o senhorr Valdemarr Pereiiira? perguntou a goiana do telemarketing
- não tem nenhum Valdemar, aqui
- não conxta nenhum Valdemarr nesse numero, senhorrr?
- não
- ah, ok, então. tenha uma boa tarrrde e dixculpe pelo incômodo.
- de nada. boa tarde!

droga! e estava esperando por um “obrigado”, já tinha um “de nada” engatilhado e não tive como evitar. acho que eu sempre espero por isso ao final de uma ligação.

* eu atendi desse jeito, não com o tradicional alô, porque esperava que fosse uma ligação da tainá. pra amigos eu não digo alô.

conclusão: ou a vida se adapta às minhas esperanças ou alguém vai sair muito magoado nessa nossa relação. veremos!

Uma resposta para “eu e minhas bateções ao telefone”

  1. Nana Diz:

    ah, pablo. podia ser pior. teu mecanismo poderia ter largado um “cpd ufrgs” =P


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