quisera poder lembrar detalhes desses que se me passaram, mas os olvidei. dariam boas histórias – sem sentido, claro, mas boas – como os já transcritos. lembro superficialmente de dois, apenas:
O Rei da África
eu estava em uma aldeia que falava um português perfeito, tanto que cheguei a questionar isso no sonho. comi alguma coisa atípica por lá e tiveram que me levar pro hospital, aos desmaios e semimoribundo, onde me foi retirado um dos rins. essa operação me tornou um mártir naquele povoado. muita gente vinha me visitar, faziam festas pro rei-sem-rim e, em meio às pessoas que lá estavam, reconheci a Tiuly e o Kinsey – formando um casal -, colegas do Maick, que souberam do acontecido e foram me prestigiar. não lembro do final, se é que teve.
Bicho-navalha de Crédito
nest’outro, o meu cartão de crédito havia se transformado num bicho-navalha, que deve existir lá na Amazônia. é tipo um peixe fininho que existe, mas é verde (ao contrário do peixe), não tem cauda nem barbatanas (ao contrário do peixe), tem um olho ao lado do outro (ao contrário do peixe) e, na verdade, não se parece com o peixe esse. pois bem.. era o meu cartão, só que mais “vivo”, tinha uma pele de sapo, com dois olhos, uma boca com uns dentes muito afiados e uma espécie de navalha que estava tentando me fatiar (tudo isso em um dos lados do cartão, porque no outro era as costas, né..).
será alguma mensagem do meu subconsciente anti-consumista?

